{"id":150,"date":"2017-01-17T10:12:02","date_gmt":"2017-01-17T12:12:02","guid":{"rendered":"http:\/\/cooperare.com.br\/site\/?p=150"},"modified":"2017-01-17T10:29:11","modified_gmt":"2017-01-17T12:29:11","slug":"reciclagem-de-plastico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cooperare.com.br\/site\/?p=150","title":{"rendered":"Reciclagem de pl\u00e1stico"},"content":{"rendered":"<p><strong><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-151 alignleft\" src=\"http:\/\/cooperare.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/Reciclagem-de-pl\u00e1stico.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"194\" \/>Reciclagem prim\u00e1ria ou pr\u00e9-consumo<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos\u00a0pl\u00e1sticos\u00a0por tecnologia convencionais de processamento em produtos com caracter\u00edsticas de desempenho equivalentes \u00e0s daqueles produtos fabricados a partir de resinas virgens.<\/p>\n<h2>Reciclagem secund\u00e1ria ou p\u00f3s-consum<\/h2>\n<p>\u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos pl\u00e1sticos de lixo por um processo ou por uma combina\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es. Os materiais que se inserem nessa classe prov\u00eam de lix\u00f5es, sistema de coleta seletiva, sucatas, etc. s\u00e3o constitu\u00eddos pelos mais diferentes tipos de material e resina, o que exige uma boa prepara\u00e7\u00e3o, para poderem ser aproveitados.<br \/>\nReciclagem Terci\u00e1ria<\/p>\n<p>\u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos pl\u00e1sticos em produtos qu\u00edmicos e combust\u00edveis, por processos termoqu\u00edmicos (pir\u00f3lise,\u00a0quim\u00f3lise,\u00a0convers\u00e3o cat\u00e1lica). Por esses processos, os materiais pl\u00e1sticos s\u00e3o convertidos em mat\u00e9rias-primas que podem originar novamente as resinas virgens ou outras subst\u00e2ncias interessantes para a ind\u00fastria, como gases e \u00f3leos combust\u00edveis.<\/p>\n<p>Reciclagem Quatern\u00e1ria<\/p>\n<p>Por incinera\u00e7\u00e3o, obtendo-se di\u00f3xido de carbono, \u00e1gua e calor.<\/p>\n<p>Separa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os diferentes tipos de pl\u00e1sticos s\u00e3o separados antes de serem reciclados. Esse processo \u00e9 feito atrav\u00e9s das densidades destes.<\/p>\n<p>Polipropileno 0,90 \u2013 0,915<br \/>\nPolietileno de Baixa Densidade 0,910 &#8211; 0,930<br \/>\nPolietileno de Alta Densidade 0,940 &#8211; 0,960<br \/>\nNylon 1,13 \u2013 1,15<br \/>\nAcr\u00edlico 1,17 \u2013 1,20<br \/>\nPoli (cloreto de vinila) 1,220 &#8211; 1,300<br \/>\nPoli (tereflalato de etileno) 1,220 &#8211; 1,400<br \/>\nNo Brasil<\/p>\n<p>Cada\u00a0brasileiro\u00a0consome, em m\u00e9dia, aproximadamente 30 quilos de pl\u00e1stico recicl\u00e1vel por ano, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Qu\u00edmica (Abiquim). Em 2010, de acordo com anu\u00e1rio do setor qu\u00edmico da entidade, foram consumidas no pa\u00eds cerca de 5,9 mil toneladas de pl\u00e1stico, o que representa 50% a mais do que h\u00e1 dez anos. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da popula\u00e7\u00e3o urbana brasileira, 42% do lixo do pa\u00eds n\u00e3o receberam uma destina\u00e7\u00e3o adequada no ano passado. Ao todo, foram 23 milh\u00f5es de toneladas de lixo levadas para lix\u00f5es ou aterros controlados, que n\u00e3o s\u00e3o ambientalmente apropriados.<\/p>\n<p>Paradoxalmente no Brasil a reciclagem funciona como um dep\u00f3sito para onde se encaminham produtos ainda utiliz\u00e1veis ou mesmo materiais reutiliz\u00e1veis em processos de reciclagem parcial. A reciclagem parcial consiste em reprocessar resinas pl\u00e1sticas sem contaminantes e reconduz\u00ed-la ao mercado na forma de produtos diversos, de utilidade dom\u00e9stica a pe\u00e7as industriais.<\/p>\n<p>Por\u00e9m esse tipo de reciclagem n\u00e3o \u00e9 compreendido pelos governantes que estimulam o trabalho de catadores em lix\u00f5es ou aterros onde pessoas em subemprego catam materiais para revend\u00ea-lo \u00e0 ind\u00fastria que reprocessa esses materiais sem conhecimento do p\u00fablico.<\/p>\n<p>Existe a possibilidade de cerca de 70% do lixo dom\u00e9stico ser reaproveitado na fabrica\u00e7\u00e3o de produtos pl\u00e1sticos destinados ao uso dom\u00e9stico na forma de utilidades dom\u00e9sticas incluindo a\u00ed; itens que podem entrar em contato com alimentos levando potenciais contaminantes \u00e0 mesa do consumidor.<\/p>\n<p>Por outro lado, a manuten\u00e7\u00e3o de estrutura de cooperativas de catadores estimula a perman\u00eancia das pessoas no subemprego e alimenta um mercado paralelo de sucatas onde empresas de grande porte buscam materiais a pre\u00e7o simb\u00f3lico e a revenda desses materiais com valores pr\u00f3ximos do plastico virgem.<\/p>\n<p>O aterro sanit\u00e1rio surge como op\u00e7\u00e3o assim como a gera\u00e7\u00e3o de energia utilizando-se desses materiais combust\u00edveis ( pl\u00e1stico, madeira e papel ), podendo se tornar fonte de energia a abastecer metr\u00f3poles a um custo por Kw\/H menores que os praticados pelas concession\u00e1rias de energia.<\/p>\n<p>Para\u00a0aterros sanit\u00e1rios, em que existem sistemas para evitar contamina\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e solo, foram levadas 31 milh\u00f5es de toneladas de lixo.[1]\u00a0O\u00a0fungo, nativo da\u00a0amaz\u00f4nia,\u00a0Pestalotiopsis microspora, pode alimentar-se de\u00a0pl\u00e1sticos\u00a0produzidos \u00e0 base de\u00a0poliuretano.[2][3]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reciclagem prim\u00e1ria ou pr\u00e9-consumo \u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos\u00a0pl\u00e1sticos\u00a0por tecnologia convencionais de processamento em produtos com caracter\u00edsticas de desempenho equivalentes \u00e0s daqueles produtos fabricados a partir de resinas virgens. 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